Sala de Guerra: Live "O Que Aconteceu com o Programa Espacial Brasileiro?", Com o Prof. Rui Botelho.
Caros entusiastas das atividades espaciais!
O editor-chefe do Blog Brazilian Space e do Canal BS no youtube, o Prof. Rui Botelho, foi convidado pelo prestigiado canal Sala de Guerra para participar de uma live intitulada: “O Que Aconteceu com o Programa Espacial Brasileiro?[Rui Botelho]”.
Esta live será mais uma oportunidade de esclarecer a sociedade brasileira sobre a real e preocupante situação do Programa Espacial Brasileiro (PEB) governamental, questionando narrativas e falácias frequentemente divulgadas por setores da mídia e por "Agentes do Caos" ligados ao atual governo e a órgãos públicos que deveriam gerir com seriedade e competência esse importante e estratégico setor para o país.
Portanto, você que é brasileiro e se importa com os rumos das atividades espaciais nacionais — que há décadas enfrentam dificuldades e controvérsias — participe e ajude a divulgar essa esclarecedora live.
O Que: Live “O Que Aconteceu com o Programa Espacial Brasileiro? [Rui Botelho]”.
Quando: Amanhã 11/04
Horário: 13:00
Brazilian Space
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Espaço que inspira, informação que conecta!
O grande problema do Programa Espacial Brasileiro é que ele nasceu para dar ao país o domínio das tecnologias necessárias para a construção de mísseis nucleares (o que em princípio já foi alcançado com o lançamento do Sonda-IV), e depois disso não se sabia mais, e ainda não se sabe, quais seriam os reais objetivos do programa. A cada vez que se tenta listar estes objetivos aparecem discussões sobre coisas não relacionadas diretamente ao desenvolvimento de foguetes e satélites. Fica-se discutindo a importância da Amazônia, do mar territorial, das comunicações em geral, mas sem que se faça a ligação disso com nenhum detalhe pertinente de um sistema de lançamentos orbitais ou a qualquer aplicação de satélites que não possa ser obtida simplesmente comprando serviços de empresas que já os disponibilizam. A única exceção seriam aplicações militares (que empresas estrangeiras teriam dificuldades de fornecer ao Brasil devido a restrições internas das grandes potências espaciais), mas que interessam muito pouco às nossas forças armadas, que ainda pensam com a cabeça na década de 1960.
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